Educação financeira para crianças: precisamos falar sobre dinheiro!
11/10/2022
Atom Educacional
Atom Educacional
4 de maio de 2023
04:47 pm
Atom
Fala galera! Tudo bem?
O artigo hoje tem uma pegada um pouco diferente dos conteúdos que trazemos aqui – mas, tem uma importância tão valorosa quanto eles! Nesse artigo, vamos abordar a questão de práticas responsáveis e sustentáveis, em razão da necessidade do direcionamento de esforços para visões de futuro, de acordo com a evolução do ambiente de negócios e necessidades e aspirações da sociedade complexa em que vivemos – o tal do ESG.
O ESG não é mais uma ambição, mas uma realidade de aplicação de melhores práticas dentro das empresas e que se tornou muito relevante no mercado.
Vamos entender isso melhor!
A sigla ESG (Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança) diz respeito a práticas adotadas e aplicadas pelas empresas para um desenvolvimento com menos impactos negativos ao meio ambiente, que siga sendo positivo para nossa sociedade e que traga transparência e responsabilidade a tomada de decisões da companhia.
O intuito é garantir que a empresa esteja operando de maneira responsável e sustentável. Para isso, temáticas relevantes serão abordadas, bem como a sigla ESG – Environmental, Social and Governance (ESG), ou, em português, ASG, referindo-se a Ambiental, Social e Governança), tornou-se fundamental por inúmeras razões, principalmente pelo fato englobar as três principais áreas de responsabilidade corporativa.
Sendo assim, cada pilar ESG irá abordar temáticas relevantes para essa transformação.
Continue a leitura para entender mais a fundo cada pilar!
Quando falamos de meio ambiente, automaticamente falamos de consciência ambiental. Isso inclui procurar e propor soluções alternativas a problemas que estão em discussão a décadas: energia limpa, reciclagem, descarte adequado de resíduos, preservação das matas, redução/neutralização da emissão de carbono, etc.
Isso não é uma responsabilidade apenas do governo – seja lá quem estiver no poder. É uma responsabilidade da população geral e, as empresas, como principal mecanismo que movimenta a economia e o país, deve assumir a sua parte na responsabilidade.
Esse pilar integra os cuidados, segurança e saúde dos colaboradores das empresas, a responsabilidade com os consumidores e parceiros da companhia, promoção da diversidade, inclusão e equidade interna do time. Além disso, envolve também a responsabilidade e relacionamento com a comunidade local que é impactada – direta e indiretamente – pelas atividades empresariais, bem como o envolvimento em causas sociais.
Aqui, a governança deve levar em consideração os interesses dos chamados stakeholders, ou seja, todos os públicos que são impactados pela empresa – e não apenas os seus acionistas.
Essa é a evolução da governança corporativa.
E dentro da governança, é preciso entender ainda outros subpontos importantes. Continua aqui com a gente!
Os empresários, bem como seus gestores, precisam entender que as responsabilidades de liderança ficaram mais incrementadas, devido a implementação de iniciativas ESG. Isso inclui o aculturamento dos funcionários e a coerência entre o discurso proferido e as ações tomadas pelos líderes das organizações.
Os consumidores vêm se tornando cada vez mais exigentes com a transparência e responsabilidade social das empresas que costumam realizar suas compras.
Cabe ao Conselho de Administração, Alta Direção e até mesmo os sócios das empresas buscarem formas de promover e engajar um projeto ESG, incluindo práticas, procedimentos e políticas que possam ser avaliados para adequar a sua funcionalidade. E nesse ponto, entra o compliance.
Antes de aprofundar nesse tópico, vamos entender rapidinho o que é o compliance e como ele funciona!
A palavra “compliance” vem do verbo em inglês “to comply”, que significa agir em acordo com uma ordem, um conjunto de regras ou um pedido.
No ambiente corporativo, o compliance está relacionado à conformidade ou até mesmo à integridade corporativa, adotando melhores práticas, os controles internos serão mais efetivos, mitigando possíveis riscos à Companhia.
O Compliance, pode ser entendido como um conjunto de procedimentos e regras, que possuem como objetivo manter a organização alinhada com as normas vigentes, sejam elas internas ou externas.
Ou seja, na prática, podemos concluir que a implementação dessas práticas torna a empresa mais ética e responsável. Ao garantir que todos os departamentos e funcionários trabalhem juntos para manter os padrões, há redução de possíveis riscos e falhas. Além disso, um compliance eficaz melhora a comunicação entre a liderança e os funcionários.
Agora que ficou entendido a questão do compliance, vamos seguir com o artigo!
No pilar da governança, o profissional do compliance precisa ter a capacidade de gerenciar riscos e relacionamentos entre as partes interessadas – externa e internamente -, bem como contratados terceirizados e sendo um meio facilitador dos quatro princípios base da governança corporativa: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.
Quanto ao ambiente e as relações sociais, o compliance incentiva, promove e contribui com ações empresariais para a preservação do ambiente e a garantia de que os direitos humanos sejam respeitados, bem como a inclusão e a equidade, visando sempre contribuir para os melhores resultados da empresa em todas as possibilidades cabíveis.
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nada mais é que um apelo da Organização das Nações Unidas em todo mundo com o objetivo de acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas tenham vida com qualidade, segurança e prosperidade.
Os ODS precisam ser levados em consideração exatamente por ser uma busca em comum em todo globo e por ser responsabilidade de cada pessoa – principalmente das grandes empresas que exercem um papel de alto impacto na sociedade.
Observe na imagem a seguir quais os 17 Objetivos definidos pela ONU:

Como dissemos no começo do artigo, as práticas ESG já são uma realidade e as empresas precisam buscar aplicar essas políticas e práticas em seus negócios.
Integrar esses valores a organização traz diversos benefícios, como valor gerado a empresa, a todas as pessoas envolvidas com a companhia, melhora na reputação e mais valor agregado aos olhos do mercado.
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